24/09/2008

Inspiração Oriental

Comprimento Longo

O quimono comprido é o traje mais característico do Japão. "Este visual tem ares das camponesas orientais. As técnicas de estamparia também reforçam a identidade nipônica", afirma o professor. Para não exagerar na dose e parecer fantasiada, evite tons de vermelho e prefira um tecido opaco.

Baixas e discretas, as sapatilhas são o melhor calçado para combinar com este tipo de vestido.










Estampa Floral

Símbolo da felicidade, a cerejeira, ou sakura, promove um espetáculo para os japoneses na primavera. Suas flores delicadas são tão reverenciadas que é comum vê-las até em vestidos de festa.

Os enfeites de cabeça prendem os longos cabelos das gueixas. Por aqui, valorizam penteados básicos e dispensam outros acessórios.












Manga - Quimono

Ampla, ela aparece em vestidos, túnicas e casacos. Esta blusa, uma releitura do haori, um tipo de quimono curto masculino, ganha sensualidade em renda. Use-a com top ou regata por baixo.

. O clog ou geta, como é chamada a plataforma japonesa de madeira e palha, tem versão ocidental com as amarrações e detalhes dourados, podendo ir a festas.











Tecidos Nobres
A seda, comum nas vestimentas orientais, aparece nas versões cetim, xantungue ou zibelina, como nesta blusa. A manga japonesa, pequena e inteiriça, dá personalidade à peça, que pode ser combinada também com jeans retos.

. Use a calça estampada com a blusa escura para não sobrecarregar a produção. O brilho do lurex faz referência ao glamour asiático.












Efeito Origami

A arte japonesa de dobrar papel se aplica aos tecidos e se transforma em acabamentos para bolsos, decote e mangas. A cor suave e o comprimento curtinho dão o toque tropical ao vestido, ótimo para passeios ao ar livre e tarde de compras.

As wagasas, sombrinhas feitas com ripas de bambu, protegem do sol e da garoa fina com muito estilo.










Fonte: http://manequim.abril.ig.com.br/moda/editorial/editorial_moda_289478.shtml

Moda Oriental no Brasil


A moda oriental já conquistou seu espaço no Brasil. São bolsas, blusas, vestidos e saias com inspiração no Japão e na China. As peças orientais são sóbrias nos cortes e reluzentes nas cores. Decotes matadores e pernas de fora só na versão ocidental das peças que são típicas do outro lado do mundo.
Estampas, tecidos acetinados e drapeados se tornaram marcas do estilo. As roupas são delicadas e os tecidos contribuem no adjetivo. Seda, cetim e viscose são os mais utilizados. Por aqui, o estilo caiu no gosto das mais modernas que sabem como misturar o exotismo da China e do Japão com peças mais ousadas.

Fonte: http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI213122-EI1556,00-Embarque+na+moda+oriental.html

16/09/2008

Exportações de Vestuário Chinês Tendem a Diminuir

As exportações de vestuário fabricado na China aumentaram 15,6% nos primeiros quatro meses deste ano, mostrando uma tendência para diminuir, referiu ontem a imprensa oficial, citando números do Governo chinês.Entre Janeiro e Abril, a China exportou 15 mil milhões de euros em vestuário, segundo a Agência Nova China. Nos primeiros dois meses de 2005, porém, esse crescimento era de cerca de 28%, tendo abrandado para os 15,9% no primeiro trimestre.A agência oficial chinesa referiu que este decréscimo das exportações deverá continuar, já que no dia 20 a China decidiu impor taxas sobre as exportações de vestuário. O governo de Pequim anunciou a decisão tentando travar eventuais medidas de salvaguarda às importações chinesas por parte da União Europeia. Os Estados Unidos já impuseram quotas de importação sobre sete categorias de produtos.As medidas anunciadas pela China, que vão entrar em vigor a 1 de Junho, prevêem o aumento médio de 1,3% nas taxas aduaneiras - para um valor entre 2% e 4% - em 74 categorias, num total de 148 produtos. Este acréscimo de impostos poderá representar, em média, uma subida na ordem dos 400%.

Fonte: http://dn.sapo.pt/2005/05/26/negocios/exportacoes_vestuario_chines_tendem_.html

Moda e Consumo na China

Visitando Beijing encontramos muitas contradições em um país asiático e comunista que se apresenta muito mais ocidental do que esperávamos - McDonalds, Pizza Hut, Haggen Dasz, Audi, Hyundai, Nissan, Mont Blanc. Fomos testemunhas de que o país está mesmo globalizado (pelo menos, até onde a vista alcança!): éramos dois brasileiros na China, em um carro japonês, com um motorista falando em mandarin e nossa guia fluente em espanhol e apaixonada pelo Back Street Boys!
Definitivamente, a China não é um centro de moda nem tampouco dita tendências, mas já é responsável por um considerável percentual de produção e serve como motor para conduzir a tão movimentada industria fashion mundial. Vestir um pais de tamanha proporção é um grande desafio, dessa forma, sem se despir, a China disponibiliza sua mão de obra barata para terceirizar a produção internacional, não só de vestuário. Tudo isso não é novo.
Apesar da presença de griffes internacionais, luxuosíssimos shopping centers, uma imensa rua disponível só para pedestres esbanjando coméercio, percebemos uma modinha muito simples e não tão sofisticada nas ruas de Beijing. As poucas pessoas mais estilosas mostram claramente um estilo japonês (vamos falar disso em outro post!), mas a grande maioria lembra o que é oferecido na região do Bom Retiro em São Paulo. A cartela de cores e opções disponíveis não são muito variadas, embora a confecção de roupas e calçados para os locais (gente comum) são diversas e estão por toda parte em grande quantidade.
Visitamos o Mercado da Seda, algumas lojas de ruas e vimos a presença discreta de alguns camelôs - muito organizados, apenas em determinadas ruas e somente nos horários de mudança de turnos, quando a circulação do público-alvo é maior. Eles realmente merecem o titulo de maiores produtores e vendedores de produtos “fake” - falso. Apesar de não sermos adeptos da pirataria e contrabando ficamos fascinados com a habilidades e preparo dos jovens chineses de 19, 20 e 21 anos que não só eram bons na negociação, mas cercavam e agarravam os consumidores falando inglês e espanhol - “Brazilians! Amiga gusta! Guapo!”.


Fonte: http://fashionbubbles.wordpress.com/2006/07/06/moda-e-consumo-na-china/